Erro, mas assumo os meus desacerto

 

Quem nunca errou, atire a primeira pedra
Erro, mas assumo os meus desacertos
Quem nada inventa nunca se medra
Vive na inércia de seus “confortos”

Erro, mas assumo os meus desacertos
Deles, tiro a lição, que incentivadora
Não me levará a outros “In _ confortos”
A experiência é sempre aliciadora!

Erro, mas assumo os meus desacertos
Não espero o tempo acontecer
O mundo precisa de consertos
Às vezes errando, tento algo fazer

Erro, mas assumo os meus desacertos
Contudo, consolo eu apresento
Se o humano não perdoa meus deslizes incorretos
O Divino indulta, pois sabe que sempre tento

Erro, mas assumo os meus desacertos
Quem nunca errou, atire-me a primeira pedra!

Denise Severgnini
Novo Hamburgo - RS

“Somente o que não erra é o que nada faz.” (Zamenhof)
“Quem sabe faz a hora, não espera acontecer.” (Geraldo Vandré)
“Errar é humano, mas também é humano perdoar.
Perdoar é próprio de almas generosas.” (Platão)



 

 
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